quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sara... Sara...

No outro dia, as minhas fundações abalaram.

A Sara apelidou de modo Pedro Campos o discurso directo destrutivo em modo auto-contemplativo.

Para ela, não interessa eu ser melhor, ele foi primeiro.

Segundo um livro que li recentemente é amplamente errado tentar dissociar 'Pedro Campos' e 'Discurso directo auto contemplativo destrutivo' da cabeça desta criatura. Ainda segundo o livro que li, tal teria efeitos catastróficos na minha market share na área de 'Discursos directos auto contemplativos destrutivos'. Outra vez segundo o livro que li este aconselha sim a criação de uma nova categoria.

Assim depois de muito pensar - demasiadas viagens nos passados nx1000 dias (sentido depreciativo, estou farto) - decidi tornar-me o primeiro na categoria de Discurso directo auto contemplativo destrutivo c/insulto gratuito.

A ideia é ao mesmo tempo que me reduzo a um pedaço de merda, fazer sentir a pessoa que me está a seguir no raciocinio um pedaço de merda, mas pisada. Sendo o primeiro nesta categoria, para o crlh* se não for, remeto esta ideia simples á vulgar inclusão de um 'mas tu...' no final de todas as frases que me rebaixem ao nivel de bosta de cão - proferidas por mim, lá está.

Estou no entanto a quebrar a regra de extensão de linha - o tema partilha demasiadas palavras. Mas que porra, nunca segui mais do que uma duzia de regras na minha vida - o livro diz que apenas seria capaz de enumerar 7 - e este livro tem 22 (são precisas 4 pessoas para as enumerar).

E agora Sara? Posso ser leader de mercado uma vez na vida?

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