Se compras uma garrafa de água com o intuito de se tornar um receptáculo de transporte para outros líquidos (Vodka quiçá) esta não mais voltará a ser para ti uma garrafa de água, sendo inclusivamente o seu conteúdo supérfluo.
3...2...1... Extrapola
sábado, 28 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Living young, wild and free.
Não, não te consigo controlar. Verdade, não te consigo vencer.
Deambulas loucamente sem te conseguir prender.
Estás aqui comigo, depois, já estás algures no mundo junto ao mar e de repente naquela cidade, naquela vila.
Tu sim és livre, livre até de quem te carrega em cima dos ombros. De quem te fez crescer.
Acordas um dia tímida, lenta, focada, ao fim do dia ganhas asas e segues ao sabor do vento.
Aterras no mar e soltas velas, segues à bolina, para ti jamais à deriva.
No teu rumo que deixa todos os demais desconcertados, desgovernados.
Encontras fundamento racional no imaginário mas não tiveste no entanto raiz em nada negativo.
Dizem-to que juntos moveríamos montanhas, mas nada disso te importa. A minha oscilação traz-te já a satisfação egoísta que procuras. Dizes-me bom dia, boa noite, olá nas tuas mais diversas formas e feitios, linda de olhos verdes, linda de olhos castanhos, revolta de azul, espuma branca para a sedosa areia que me pões por baixo dos pés.
Pões-me água salgada na cara, pões-me sedosos beijos no rosto, pões-me memórias perfeitas nos olhos e fazes-me sorrir. Pões-me memórias perfeitas nos olhos e sufocas-me.
Eu trabalho quando tu deixas, eu estudo quando tu queres, eu descanso quando estás adormecida.
Pões-me sonhos em frente dos olhos e eu ouso sonhar.
Pões-me sonhos em frente dos olhos e eu não quero acordar...
Deambulas loucamente sem te conseguir prender.
Estás aqui comigo, depois, já estás algures no mundo junto ao mar e de repente naquela cidade, naquela vila.
Tu sim és livre, livre até de quem te carrega em cima dos ombros. De quem te fez crescer.
Acordas um dia tímida, lenta, focada, ao fim do dia ganhas asas e segues ao sabor do vento.
Aterras no mar e soltas velas, segues à bolina, para ti jamais à deriva.
No teu rumo que deixa todos os demais desconcertados, desgovernados.
Encontras fundamento racional no imaginário mas não tiveste no entanto raiz em nada negativo.
Dizem-to que juntos moveríamos montanhas, mas nada disso te importa. A minha oscilação traz-te já a satisfação egoísta que procuras. Dizes-me bom dia, boa noite, olá nas tuas mais diversas formas e feitios, linda de olhos verdes, linda de olhos castanhos, revolta de azul, espuma branca para a sedosa areia que me pões por baixo dos pés.
Pões-me água salgada na cara, pões-me sedosos beijos no rosto, pões-me memórias perfeitas nos olhos e fazes-me sorrir. Pões-me memórias perfeitas nos olhos e sufocas-me.
Eu trabalho quando tu deixas, eu estudo quando tu queres, eu descanso quando estás adormecida.
Pões-me sonhos em frente dos olhos e eu ouso sonhar.
Pões-me sonhos em frente dos olhos e eu não quero acordar...
Ich stürz mich auf Berlin!
"Shake Baby, Baby shake
Schönes Leben, Schönes Welt
Shake Baby, Baby shake
Bis uns der Himmel auf'n Kopf fällt"
Bravo Peter.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Unfaithfully yours, Mike.
"...and people have a way of blinking and missing the moment. A moment that could have changed everything."
"...and I can't tell you why you should waste a leap of faith on the likes of me. But damn, you smell good, like home, and you make excellent coffee. That's got to count for something, right?"
Fonte: Californication Season 02e10.
e não fosse eu um viciado em café...
a minha casa, essa...
agora é aqui.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Oh jorge pá... que chato.
"It was not desirable that the proles should have strong political feelings. All that was required of them was a primitive patriotism which could be appealed to whenever it was necessary to make them accept longer working-hours or shorter rations. And even when they became discontented, as they sometimes did, their discontent led nowhere, because, being without general ideas, they could only focus it on petty specific grievances. The larger evils invariably escaped their notice."
-- George Orwell, "1984".
-- George Orwell, "1984".
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